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Meu filho recebeu liberdade assistida, e agora?

Essa é a menos severa dentre as medidas aplicáveis a adolescentes em conflito com a lei. O/A menino/a permanece vivendo com os pais e pode ter que se dedicar à atividade socioeducativa junto à entidade designada pela Justiça, A família deve estar atenta para que a medida seja cumprida integralmente, evitando que que a punição se torne mais rigorosa.
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Meu filho recebeu semiliberdade, e agora?

Pais, mães e responsáveis têm o direito de acompanhar o/a adolescente durante todo o período do cumprimento de medida de semiliberdade. Nessa fase, o/a menino passa a semana na unidade, com saídas para frequentar a escola regular e cursos. Nos fins de semana, vai para casa, inclusive para dormir. Confira como a família pode se fazer presente.
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Meu filho recebeu internação, e agora?

A internação é a medida socioeducativa mais severa prevista pelo ECA. É importante que os familiares mantenham contato com o/a adolescente internado/a, visitando-o/a e conversando com a equipe técnica da unidade sobre a situação do/a menino/a . O acompanhamento deve continuar até que a Justiça considere extinta a medida.
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Meu filho foi apreendido, e agora?

Apreensão é o termo utilizado para a prisão de adolescente. As famílias podem acompanhar o/a menino/a apreendido/a em flagrante. O primeiro passo é dirigir-se à Delegacia de Proteção da Criança e do Adolescente (DPCA), para onde vão os/as adolescentes em conflito com a lei antes de serem levados à presença do juiz/a.
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Revista de Direito nº 27

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Além da exploração de temas jurídicos mais clássicos, a Revista fala sobre hipervulneráveis no mercado de consumo, mulheres em situação de violência doméstica, pessoas com deficiência, mães em situação de rua e presos com a dignidade e os direitos violados. Em todas essas lutas (e várias outras), o olhar da Defensoria Pública.
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Entre a morte e a prisão - Quem são as mulheres criminalizadas pela prática do aborto no Rio de Janeiro

A revista apresenta todo o material produzido pela DPRJ para ação em julgamento no STF que trata da descriminalização do aborto, incluindo a pesquisa que apresenta o perfil das mulheres processadas por esta prática no Rio de Janeiro.
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Defesa e garantia dos direitos humanos DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES

Em comemoração aos 15 anos da CDEDICA, publicação traz a consolidação dos principais instrumentos normativos para garantia dos direitos humanos de crianças e adolescentes.
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I Concurso de Práticas Exitosas – Livro de Práticas

Confira as práticas de defensores e servidores da DPRJ que concorreram a prêmio no I Concurso de Práticas Exitosas Eliete Costa Silva Jardim que aconteceu em 2017
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Cartilha dos direitos e deveres do cidadão na Intervenção Federal

Esta cartilha foi produzida para que o cidadão conheça seus direitos e deveres durante as ações da intervenção federal militar nas comunidades do Rio de Janeiro.
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Revista Gênero, Sociedade e Defesa de Direitos - A Defensoria Pública e a Atuação na Defesa da Mulher

A revista Gênero, Sociedade e Defesa de Direitos - A Defensoria Pública e a Atuação na Defesa da Mulher reúne textos sobre atuação jurídica na área.
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