
Encontro reforçou a importância do cuidado e da saúde mental para todos os integrantes da Instituição.
A Coordenação de Saúde Ocupacional (Desau) da Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro (DPRJ) promoveu, nesta sexta-feira (18), a palestra “Saúde Existencial: Cuidar de si para continuar vivendo com sentido”. O encontro reuniu Defensoras e Defensores Públicos, Servidoras e Servidores Públicos, Residentes, Estagiárias e Estagiários para refletir sobre a importância da saúde mental e do cuidado.
Ministrada pela Defensora Pública e Coordenadora da Desau, Patrícia Saavedra, a palestra apresentou o conceito de saúde existencial, entendido como a possibilidade de estabelecer uma relação mais consciente consigo mesmo, com as outras pessoas, com o mundo e com a própria existência. A partir desta perspectiva, foram propostas reflexões sobre identidade, propósito, escolhas e sobre aquilo dá sentido à vida.
Ao longo do encontro, a Coordenadora reforçou a importância de reconhecer necessidades e limites, especialmente diante das exigências da rotina, ressaltando a necessidade de reservar espaço para observar emoções e dificuldades. Os participantes foram convidados a realizar um breve exercício de conexão e reflexão sobre como estavam se sentido no momento do encontro.
Outro ponto abordado durante a palestra foi a forma de lidar com períodos de crise, sejam eles relacionados à vida profissional, familiar, afetiva, financeira ou a situações de perdas e mudanças. A Coordenadora destacou que momentos de sofrimento não são permanentes e que reconhecer a própria história, bem como as dores e as potencialidades que a permeiam, pode contribuir para que estas situações delicadas sejam mais acolhedoras.
— A saúde existencial é uma construção diária. Não há uma receita pronta, mas existem alguns caminhos: acolher o que sentimos, respeitar nossos limites, cuidar do corpo e da mente, cultivar relações significativas e pedir ajuda sempre que necessário. O acolhimento, o respeito e o cuidado são os pilares para o fortalecimento da saúde existencial — destacou a Defensora Pública e Coordenadora.
Texto: Ana Clara Prevedello