ATENDIMENTO AO CIDADÃO

Encontro aposta na capacitação e padronização do trabalho para garantir mais eficiência no atendimento aos assistidos 


No coração do Centro do Rio, uma reunião da Vara de Execuções Penais da Defensoria Pública (VEP), realizada nesta quarta-feira, 25 de março, carregou o propósito de aprimorar o funcionamento do setor que atua diretamente na vida de milhares de pessoas em cumprimento de pena.

Das 16h às 18h, no auditório do Menezes Côrtes, Defensoras(es), Servidoras(es), Residentes, Estagiárias(os) e equipes de apoio se reuniram para um alinhamento coletivo. A proposta da reunião foi pontuar práticas e reduzir ruídos internos, promovendo maior segurança jurídica e qualidade no atendimento. Também foram abordados projetos em curso na área de execução penal, ampliando a visão da equipe sobre as estratégias institucionais.

À frente da iniciativa está a Coordenadora da VEP, Defensora Pública Adriana Michelotti Kuhlen, que defende a importância de encontros periódicos como ferramenta de organização e fortalecimento institucional.

— A atuação da VEP exige precisão técnica e responsabilidade social. É nesse espaço que a Defensoria acompanha processos de pessoas presas e também daqueles que cumprem medidas em liberdade, como uso de tornozeleira eletrônica, prisão domiciliar, livramento condicional e penas restritivas de direitos — conta a Defensora.

Também participaram do encontro as Defensoras Públicas Ana Paula Cassano de Sá, Simone Estrellita e Lídia Gomes Nicolau. Durante a programação, o Defensor e Coordenador da Secretaria de Tecnologia da Informação e Comunicação, Anderson Marinovic, conduziu uma apresentação prática sobre o uso da plataforma Via, ferramenta voltada à otimização dos fluxos de trabalho e à qualificação do atendimento. 

Durante o encontro, a coordenação também apresentou orientações que vão desde questões básicas, como o cumprimento de horários, até aspectos mais complexos, como diretrizes de elaboração de peças processuais, atualização jurisprudencial e cuidados na comunicação com os assistidos.

O formato escolhido privilegiou a participação. A reunião foi estruturada para ser dinâmica, e abriu espaço para críticas, sugestões e relatos dos próprios participantes.


Texto: Melissa Rachel Cannabrava



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