
Capacitação reúne servidores e estagiários para apresentar a COGPI, trocar experiências e aprofundar temas técnicos
A Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro (DPRJ) realizou, nesta quarta-feira (7), a abertura da Semana de Treinamento em Programas Institucionais, promovida pela Coordenação-Geral de Programas Institucionais (COGPI). A programação, que acontece das 10h às 16:30, reuniu servidores e estagiários de outras áreas da Instituição para apresentar a atuação do setor, a equipe envolvida e os dados de atendimento registrados durante todo o ano de 2025, além de introduzir temas centrais que serão aprofundados ao longo dos próximos três dias de programação.
A abertura do treinamento foi conduzida pela Defensora Pública e Coordenadora da COGPI, Mirela Assad Gomes, que destacou a importância da capacitação diante do desconhecimento, por parte de muitos participantes, sobre o funcionamento e a dimensão dos programas institucionais. Segundo ela, o treinamento foi estruturado como uma semana especial justamente para possibilitar uma imersão mais completa.
— Essa capacitação é para servidores e estagiários da COGPI e também para servidores de outras áreas, mas que se inscreveram para participar dos programas institucionais. Para muita gente, a nossa atuação ainda é algo desconhecido, por isso a importância desse treinamento, que não caberia em um dia, em duas horinhas. Então, fizemos uma semana especial para eles — afirmou a Defensora.

Na parte da tarde, a mesa “Sob o olhar do(a) Servidor(a) da DPRJ: como funciona o fluxo de atendimento nos programas institucionais e nas justiças itinerantes?” encerrou o debate, e teve como foco aprofundar a compreensão sobre a dinâmica do atendimento prestado à população, destacando o papel fundamental dos(as) servidores(as) na organização dos fluxos, no acolhimento dos assistidos e na efetivação das políticas institucionais desenvolvidas nos programas e nas ações de justiça itinerante.
A mesa foi conduzida pela equipe de servidores da COGPI, que compartilharam experiências práticas sobre o funcionamento dos atendimentos e abriram espaço para a troca de vivências, dúvidas e reflexões. Durante a conversa, Fernando Alves Oliveira, servidor da Instituição há uma década, ressaltou a importância da atuação colaborativa nas ações sociais promovidas pelo órgão.
— A prática é muito importante porque não podemos deixar o assistido sem atendimento. É essencial que pessoas que não são da COGPI estejam nessas ações para adquirirem experiência, cultivando essa troca — afirmou.
Ao longo do debate, também foi reforçada a relevância da atuação integrada entre servidores(as) e defensores(as), bem como a necessidade de estratégias que tornem o atendimento cada vez mais eficiente, acessível e humanizado, com linguagem simples e foco nas demandas da população fluminense. A programação segue nos dias 8, 9 e 12 de janeiro.
Texto: Mylena Novaes