O Defensor Público Geral, Nilson Bruno, e o desembargador Manoel Alberto Rebêlo dos Santos assinaram no dia 25 de novembro, numa parceria entre as duas instituições, um Acordo de Cooperação Técnica para implantação do Programa de Mediação para a Defensoria. Pelo convênio, a Defensoria indicará Defensores e servidores que receberão capacitação em mediação e, quando necessário, encaminhará assistidos aos Centros de Mediação. Ao TJ caberá promover treinamento ministrado por especialistas em mediação e expedir certificado de capacitação do mediador. Além disso, deverá oferecer locais nos quais será feita a solução de conflitos ainda não ajuizados e nos quais figurem como interessados assistidos da Defensoria.

O Defensor Público Geral Nilson Bruno Filho afirmou que a intenção das instituições é caminharem juntas para a solução pacífica de conflitos. “Nesse momento, a Defensoria Pública e o Tribunal de Justiça dão uma clara demonstração de que o melhor a fazer é unir forças para que possamos entregar à população uma prestação de serviços célere e rápida”, destacou.

Antes de iniciar seu discurso, o presidente do TJ, Manoel Alberto, numa clara demonstração de amizade ao Defensor Público Geral, se referiu ao mesmo como seu irmão. O desembargador Manoel Alberto Rebêlo dos Santos ressaltou a importância da união entre as instituições. “Só unidos nós podemos fazer um bom trabalho”, declarou o desembargador. Ele aproveitou para reiterar que essa parceria é do interesse tanto do TJRJ quanto da Defensoria Pública do Estado e, principalmente, dos jurisdicionados. “Nós realmente temos que trabalhar juntos em benefício da população a quem devemos servir”, completou.

A 1ª Subdefensora Pública Geral do Estado, Celina Maria Bragança Cavalcanti, contou que a mediação é encontrada em quase todas as culturas ao redor do mundo. “A Defensoria Pública do Rio de Janeiro não tem dúvida em afirmar que a mediação é um meio de pacificação social”, declarou.


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